quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Não Confio em Gente que Não Lê #7 - Encarcerados

Órfã de Maze Runner (resenha do primeiro livro da série aqui) e Jogos Vorazes, procurei, mesmo que inconscientemente, por qualquer livro ou série a altura. Foi quando topei com a notícia do lançamento do segundo livro da série 'Fuga de Furnace' no Brasil. Não costumo comprar livro pela capa, mas essa chamou a minha atenção então joguei o nome da série na pesquisa do Skoob <3, e foi aí que eu decidi que eu tinha que ler 'Fuga de Furnace' e graças a família mais linda do mundo que sabe que eu sou viciada em ler, ganhei quatro livros no meu aniversário e, entre eles, tchram: 'Encarcerados - Fuga de Furnace'.
Furnace é uma penitenciária construída no subsolo de uma periferia inglesa, após o chamado, Verão do Massacre, quando jovens delinquentes saíram matando geral, então, foi levantada a penitenciária mais horrenda possível pra trancafiar esses jovens pra sempre e amedrontar qualquer outro marginalzinho da região.
Alex Sawyer, é um adolescente e vive nessa periferia, não muito longe da vida do crime, já que é um dos valentões que persegue as crianças mais novas e indefesas na escola pra roubar o dinheiro do almoço e também pratica pequenos assaltos com o amigo Toby. Eles sabem que esse tipo de coisa não é la, muito legal, então decidem fazer o último assalto, acreditando que vão conseguir manter as famílias  por bastante tempo depois dele, mas é por causa desse assalto, que Alex descobre que será condenado a  passar o resto da vida em Furnace.
Comecei a ler com bastante preconceito porque, bem, não tem o Minho, Alex é sim, um criminoso e ver a história pela sua visão não ajuda a gostar dele logo de cara. Achava que ele tinha mais é que ir pra cadeia mesmo. Porém, ele acaba sendo condenado por um crime que não cometeu, e encontra vários adolescentes na mesma situação quando chega na penitenciária, o que começa a mostrar porque Furnace é a vilã da história.
'Encarcerados' é o tipo de livro que te faz incorporar no personagem principal. Pra mim, foi absurdamente fácil ver tudo o que Alex viu, sentir todo o seu medo, horror, ansiedade, angustia e também a esperança e a amizade facilmente construída com os detentos. As situações são tão intensas que muitas vezes, só percebi que eu tinha parado de respirar quando ficava zonza e tinha que soltar o ar. A mente brilhante de Alexander Gordon Smith conseguiu dar vida a criaturas horrendas, mas que a gente anseia pra ver em ação, eu acabo não culpando o personagem principal pela sua curiosidade, porque ela cresceu do mesmo jeito em mim. Apesar do livro ser curto e muita coisa acontecer na história, nada é apressado; Alex começa uma linha de raciocínio e vai até o final dela, fazendo muito sentindo. De verdade, nem tenho mais palavras pra expressar o quanto eu amei o primeiro livro da série. Com certeza, está na minha listinha de 'Favoritos'.
Comecei o segundo livro essa semana porque, obviamente, não aguentei saber que eu já podia ler a continuação em português e, bem... não ler. Comprei pela Estante Virtual, no Sebo Alternativa (R. Brigadeiro Luiz Antonio, 2389, São Paulo), por um preço bem camarada e atendimento impecável. #Fikdik (;
E cá entre nós, aproveita agora que a série não é mega famosa nem aqui e nem la na Inglaterra, pra aproveitar a simpatia do autor que, além de brilhante, é um FOFO que me desejou boa sorte nas provas quando eu disse que só precisava terminá-las pra começar o segundo livro. Segue ele lá e mostra seu amor depois que você se apaixonar pelos personagens também: @AGSmith_Author. Porque com toda essa qualidade, duvido que demora muito pra série virar um best seller.

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